Quinta-feira, Junho 08, 2006

Tema: Amor impróprio

Contos-pílula



Conto 1
Penso em Fraülen, Dama das Camélias, Nicole Kidman (ah, todas as Nicoles Kidmans), Celine Dion, Marilyn Monroe, minha amiga Jô e Pâmela Anderson. De todas, apenas Jô não conheço como a um produto que possa moldar, consumir e emoldurar ao meu bel-prazer. Jô, desculpe, você vai ficar de fora. Mas lembrei de você nesta lista, até te dediquei uma...


Conto 2

- Celine Dion?


Conto 3
Sorvete de morango e creme com calda quente de chocolate branco... Sempre os mesmos clichês...


Conto 5
Falocêntrica. Serão todas assim? As costas largas do meu professor de Física, as coxas do Diego quando coloca aquela bermuda longa do Palmeiras... Os olhos do Tom Cruise e... e o sorriso também... o nariz também. Cacá, não o jogador, não com k, o moço da porta... Mas é presencial, a vontade é de tocar e ver o que acontece. Escravagismo sexual de uma sociedade machista e capitalista. Intelectualismos não, deduções... Clark é para tocar o corpo e em cada parte em conjunto, Super-Homem é todo um pênis.
Enfim, é isso. Teorizo toda a porra antes de ser livre pra sentir alguma coisa! Quando eu estava saindo da sala, conversava distraída com alguém sobre qualquer coisa. Era colocar a mão, abrir a porta e ir... Eu estava de costas conversando, nem precisava olhar. No meio do movimento da minha mão em direção a maçaneta, dedos fortes agarram meu pulso e a cena congela. No lugar da porta, um moço...no lugar da maçaneta (!!!!). No meio do caminho, minha mão... A dele no meu pulso... Na minha frente e, por pouco, seu corpo. Ou uma parte dele.
Cena sem teoria.


Conto...
Não conto, não. Que pra ser livre eu só preciso de mim. E talvez meu travesseiro.


Conto 6
- O Diego nunca jogou no Palmeiras, ora!




Contos a partir das "idéias" do interessante texto Amor Próprio - texto no blog "Quando o amor acaba"

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